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Análise Wild Roar
Tsintaosaurus Wild Roar
O Tsintaosaurus está há anos na lista de desejos de muitos colecionadores, e Primal Ambush finalmente o traz para a linha da Mattel. Este não é um hadrossauro de livro didático. A crista é enorme, uma vela luminosa percorre o dorso e o plástico é em parte translúcido para que toda a parte da frente do animal possa acender. Apague as luzes do quarto, deixe-o rugir e ele vira uma das figuras mais marcantes de Wild Roar. A vela é pura fantasia e parte do detalhe esculpido se perde no plástico translúcido, mas as cores, o bico e o show de luzes compensam com folga.
⭐ Novidade na linha da Mattel🔊 Sons de rugido💡 Cabeça, pescoço e vela que acendemWild Roar · Onda 1Inclui código de escaneamento de DNA
🦴 Fóssil x figura: quão real ele é?
O Tsintaosaurus é um dos hadrossauros com crista mais conhecidos da China e, desde um novo estudo de 2013, temos uma ideia bem clara do seu crânio. A Mattel manteve a ideia básica de um grande bico-de-pato com crista e levou todo o resto para o estilo de Primal Ambush.
O bico e as pernas foram bem resolvidos, mas a vela, o dedo a mais e o tamanho da crista levam a figura de vez para o território das criaturas. Quem quer um Tsintaosaurus fiel vai ter que procurar em outro lugar.
Saindo da caixa de Wild Roar
Wild Roar é o sortimento eletrônico de Primal Ambush, com uma função de ação, sons e uma luz dentro de cada figura. O Tsintaosaurus é o único herbívoro da onda 1 e divide a prateleira com Cristatusaurus, Gryposuchus, Sinraptor e Zhejiangopterus.
A caixa segue o design de sempre de Wild Roar. Na parte de trás há uma lista com o resto da onda e uma foto da figura com as luzes acesas, uma boa prévia do que ela tem de melhor. Ao tirá-la da caixa só há uma tarefa: encaixar a pequena ponta da cauda.
Cores e pintura
Crista, bico, pernas, cauda e desenho do corpo
Sob o preto no rosto e no pescoço
Corpo e flancos, até o quadril
Vela dorsal translúcida
Mandíbula inferior
Olhos brilhantes com pupila preta
O esquema de cores é o trunfo discreto da figura. O preto cobre a crista, o bico, as pernas e a metade de trás da cauda, mas no rosto e no pescoço ele fica sobre plástico rosa translúcido, então um rosa quente aparece pelas bordas. Isso dá à cabeça um aspecto realista, quase de carne viva, que as fotos não captam por completo. O olho é de um azul intenso com pupila preta e acabamento brilhante, que se destaca no rosto escuro.
Mais para trás, o rosa fica mais claro e puxado para o pêssego no corpo, quebrado por um desenho preto, até sumir no quadril. A vela é de um rosa mais intenso que o resto. A mandíbula inferior recebe um branco gelo, mas ele termina quase assim que chega à garganta, e uma faixa ao longo de todo o pescoço teria ficado melhor. A cauda e a parte de baixo ficam em preto liso, então um pouco mais de pintura ali teria ajudado.
Uma boa surpresa: as garras não são pintadas, mas têm uma camada de brilho sobre o plástico preto que as deixa com cara de acabadas. A crista também é preta. Uma cor de exibição mais viva faria sentido numa estrutura que provavelmente servia para se exibir, mas a crista escura combina com o visual sombrio.
Análise da escultura
Cabeça, bico e crista
O bico é a parte mais bem esculpida da figura. De perto ele mostra rachaduras finas e pequenas lascas, como se o animal o usasse há anos. A mandíbula inferior tem escamas e textura de pele bem marcadas. Nas áreas pretas do rosto as escamas aparecem bem, enquanto nas áreas rosa translúcidas elas são mais difíceis de ver, porque a luz atravessa o plástico e achata o detalhe.
A crista é enorme, bem maior que a do animal real, e uma fileira de grandes saliências ósseas percorre a sua borda da frente. É uma escolha estranha, mas dá à cabeça uma silhueta forte e muito detalhe nítido.
Corpo, vela e pernas
A vela é o assunto principal. Ela percorre a coluna e continua um pouco pela cauda, e está ali sobretudo para exibir a luz. É fantasia, mas pelo menos é uma vela e não uma fileira de espinhos, o que fica um pouco menos deslocado num hadrossauro. Como o rosto, ela é translúcida, então sua textura esculpida parece apagada sob luz normal.
As pernas são a parte mais tradicional da escultura, com boa definição muscular nas coxas e panturrilhas, uma patela visível e escamas ao longo dos dedos. Olhando com atenção, há algumas cicatrizes esculpidas no corpo, um pequeno detalhe que combina com o tema de Primal Ambush. A pose é um pouco assimétrica: uma perna da frente fica mais à frente que a outra, as traseiras estão desencontradas e a cauda faz uma leve curva para a esquerda do animal.
Conte os dedos
Articulação, luzes e rugido
✓ Pescoço para cima e para baixo (pela função)✓ Pernas da frente (pela função)✓ Pernas traseiras✓ Giro na ponta da cauda★ Ruge e acende✗ Pernas traseiras se movem juntas✗ Pouca liberdade de pose
O pescoço e as pernas da frente fazem parte da função de ação, então se movem como parte da brincadeira e não como articulações livres. Ative a função e você tem o show completo:
Num quarto totalmente escuro, esta é uma das melhores funções de luz que a Mattel já fez. A vela acesa parece estranha, quase de outro mundo, e é justamente por isso que funciona. Ela é a razão de a vela existir, e quando você a vê acesa o design faz muito mais sentido.
A liberdade de pose é limitada. Além da função, você tem as pernas traseiras e um giro na ponta da cauda. Curiosamente, as pernas traseiras são ligadas: você move uma e a outra acompanha. Dá para forçá-las em posições diferentes, mas elas não se movem de forma independente com facilidade. É uma figura para brincar com a função e expor, não para poses dinâmicas.
Tamanho e comparações
O Tsintaosaurus fica exatamente onde se espera para uma figura Wild Roar. Ele tem mais ou menos o mesmo tamanho do Metriacanthosaurus e do Parasaurolophus de Wild Roar, então se encaixa naturalmente numa cena com eles. Uma figura Gigantic Trackers como o Chilantaisaurus é claramente maior. Ao lado do Corythosaurus da Hammond Collection ele está na mesma faixa de tamanho, embora o Corythosaurus seja um pouco mais alto.
Repare que o ponto mais alto da figura é a vela, e não a crista, o que diz muito sobre o tamanho dessa vela.
Veredito final
O Tsintaosaurus é uma figura que cresce com o tempo. À primeira vista, a crista gigante e a vela parecem exagero, mas quanto mais tempo você passa com ele, mais as peças se encaixam. O rosa que aparece sob o preto no rosto parece quase vivo, o bico tem detalhe fino e as pernas são tão sólidas quanto qualquer outra da onda. Aí você apaga as luzes, ativa a função e ele vira algo que nenhum outro hadrossauro da Mattel oferece.
Não é perfeito. A vela e a crista estão longe do animal real, o plástico translúcido esconde parte do detalhe esculpido, os pés traseiros têm um dedo a mais e a cauda e a barriga pediam mais pintura. A pose também é limitada, já que o pescoço e as pernas da frente pertencem à função e as traseiras se movem em par.
Se você quer um Tsintaosaurus fiel, este não é ele. Se quer um hadrossauro com crista cheio de personalidade e um dos melhores shows de luz da linha, é fácil de recomendar.
✦ O que é bom
- Uma espécie muito esperada para a linha da Mattel
- Uma das melhores funções de luz da linha
- O rosa sob o preto deixa o rosto realista
- Bico com detalhe fino de rachaduras e desgaste
- Sons de rugido e um olho azul brilhante
✦ O que não é tão bom
- Vela de fantasia e crista desproporcional
- O plástico translúcido esconde parte do detalhe
- Quatro dedos em vez de três nos pés traseiros
- Cauda e parte de baixo em preto liso
- Pose limitada, as pernas traseiras se movem em par
Conheça o Tsintaosaurus real
Por mais de cinquenta anos o Tsintaosaurus foi desenhado como um “unicórnio” com um único espinho na testa. O espinho acabou sendo apenas a borda de trás de uma crista bem maior.Por que vale a pena conhecer esta espécie
Onde e quando. Tsintaosaurus spinorhinus viveu onde hoje fica a província de Shandong, no leste da China, durante o Cretáceo Superior (Campaniano). Seus fósseis vêm da Formação Jingangkou, perto de Laiyang, parte do Grupo Wangshi.
O nome. C. C. Young o descreveu em 1958. O gênero leva o nome da cidade de Qingdao, antes escrita Tsingtao, e spinorhinus significa “com um espinho no nariz”, por causa da crista que gerou tanto debate.
A crista de unicórnio. Young reconstruiu um espinho estreito de cerca de quarenta centímetros saindo quase na vertical do focinho. Pesquisadores posteriores suspeitaram que fosse um osso nasal quebrado e deslocado. Em 2013, Albert Prieto-Márquez e Jonathan Wagner mostraram que o espinho era o suporte de trás de uma crista alta e lobada que avançava sobre o focinho, mais parecida com as dos seus parentes lambeossauríneos.
Qual era o tamanho? O Tsintaosaurus chegava a cerca de 8,3 metros de comprimento e pesava por volta de 2,5 toneladas, um hadrossauro grande, mas bem típico.
A vida de um hadrossauro. Era um herbívoro com bico largo e fileiras de dentes trituradores, e podia andar sobre duas ou quatro patas. Em lambeossauríneos como o Parasaurolophus e o Corythosaurus, a crista oca era ligada às passagens nasais e provavelmente ajudava a emitir chamados e a reconhecer outros da mesma espécie.
Desbloqueie o Tsintaosaurus
Como desbloquear o Tsintaosaurus de Primal Ambush?
O código de escaneamento de DNA vem impresso na figura do Tsintaosaurus. Escaneie com o app Jurassic World Play para adicionar o Tsintaosaurus de Primal Ambush à sua coleção digital.
Às vezes as figuras novas chegam às lojas antes de o app ser atualizado, e nesse caso o código ainda não escaneia. Se isso acontecer, atualize o app e tente de novo um pouco mais tarde. Se o código da sua figura se apagou ou está difícil de ler, escaneie a cópia desta página direto da sua tela.
Perguntas frequentes sobre o Tsintaosaurus
Sim. Ele faz parte do sortimento Wild Roar, então tem efeitos sonoros e uma luz por dentro. A cabeça, o pescoço e a vela dorsal translúcidos brilham, e o efeito é mais forte num quarto escuro.
Ele mede cerca de 11,5 pol. (29 cm) do bico à cauda, cerca de 5,5 pol. (14 cm) de altura até a vela e cerca de 4,75 pol. (12 cm) até a crista, em linha com outras figuras Wild Roar.
Não. Os hadrossauros reais tinham no máximo uma crista baixa ao longo do dorso. A vela é uma escolha de design de Primal Ambush que dá à função de luz uma grande superfície para brilhar.
A primeira reconstrução, de 1958, mostrava um espinho de cerca de quarenta centímetros saindo na vertical do focinho, como o chifre de um unicórnio. Um estudo de 2013 mostrou que o espinho era apenas a parte de trás de uma crista lobada muito maior.
Tsintaosaurus significa “lagarto de Qingdao”, por causa da cidade de Qingdao, na província de Shandong (China), que antes se escrevia Tsingtao.
Abra o app Jurassic World Play, toque em Escanear e aponte a câmera para o código de DNA impresso na figura ou para a cópia desta página.
